sábado, 12 de maio de 2012

Não existe o fim do mundo!!!!

Descoberta de 'novo' calendário maia desmente teoria do fim do mundo




 Pesquisadores descobriram também pinturas de reis em paredes de ruínas. Registros do século 9 são os mais antigos já encontrados da civilização.

Uma equipe de pesquisadores dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (10) a descoberta do calendário maia mais antigo documentado até o momento. A descoberta desmonta a teoria nada científica dos que preveem o fim do mundo em 2012, com base no calendário maia.

Essa teoria se baseia na existência de 13 ciclos no calendário maia, conhecidos como “baktun”. Porém, os novos dados mostram que o sistema possui, na verdade, 17 “baktun”.


Ciclos da Lua e, possivelmente, de planetas, feitos pelos maias em Xultún (Foto: William Saturno/David Stuart/National Geographic/Divulgação)


 “Isto significa que há mais períodos que os 13 (conhecidos até agora)”, ressaltou o arqueólogo David Stuart, da Universidade do Texas-Austin, um dos autores do artigo publicado pela revista “Science”. Ele apontou que o conceito foi “manipulado”, e disse que o calendário maia continuará com seus ciclos por mais milhões de anos.

As pinturas encontradas em paredes de ruínas da cidade de Xultún, na Guatemala, foram feitas no século 9. O calendário documenta ciclos lunares e o que poderiam ser ciclos planetários, explicaram Stuart e seu colega William Saturno, da Universidade de Boston.

A escrita pintada no que seria um templo são vários séculos mais antigos que os "códices maias". Esses livros escritos em papel de crosta de árvore eram os registros escritos mais antigos da cultura maia e foram produzidos por volta do século 13.

'Primeira vez' “Nunca tínhamos visto nada igual”, assinalou Stuart, professor de Arte e Escritura Mesoamericana, encarregado de decifrar os hieróglifos. Ele destacou que se tratam das primeiras pinturas maias encontradas em paredes.

A sala, segundo os especialistas, faz parte de um complexo residencial maior. Os pesquisadores lamentam que parte do quarto tenha sido danificada por saqueadores, mas foi possível conservar várias figuras humanas pintadas e hieróglifos escritos em preto e vermelho.

Em uma delas, aparece a figura do rei com penas azuis e glifos perto de seu rosto que, segundo decifraram, significam “irmão menor”.


Desenhos encontrados nas paredes de Xultún (Foto: Tyrone Turner/National Geographic/Divulgação)


Outra parede contém uma série de cálculos que correspondem ao ciclo lunar. Os hieróglifos de uma terceira parede estariam relacionados aos ciclos de Marte, Mercúrio e, possivelmente, Vênus, segundo os pesquisadores.

Os autores indicam que o objetivo de elaborar esses calendários, segundo os estudos realizados a partir dos códices maias encontrados previamente, era o de buscar a harmonia entre as mudanças celestes e os rituais sagrados, e acreditam que essas pinturas poderiam ter tido o mesmo fim.

“Pela primeira vez, vemos o que podem ser registros autênticos de um escrivão, cujo trabalho consistia em ser o encarregado oficial de documentar uma comunidade maia”, assinalou William Saturno. Em sua opinião, parece que as paredes teriam sido utilizadas como se fossem um quadro-negro, para resolver problemas matemáticos.

De acordo com os cientistas, poderia se tratar de um lugar onde se reuniam astrônomos, sacerdotes encarregados do calendário e algum tipo de autoridade, pela riqueza na decoração das pinturas nas paredes, que também utilizaram para fazer suas anotações.

A pesquisa continua aberta para determinar de que tipo de ambiente se tratava – se era uma casa ou um local de trabalho, e se era utilizado por uma ou várias pessoas.

“Ainda nos resta explorar 99,9% de Xultún”, lembrou Saturno, que afirmou que a grande cidade maia descoberta em 1915 proporcionará novas descobertas nas décadas vindouras.



Sala com as pinturas estava cercada por árvores na Guatemala (Foto: Tyrone Turner/National Geographic/Divulgação)
Por Edson Rocha

segunda-feira, 12 de março de 2012

MOMENTO CULINÁRIO



Caldeirada de frutos do mar

600 g de cação cortado em cubos
500 g de camarão médio limpo
6 lagostins
300 g de mexilhão
500 g de lula cortada em anéis
5 batatas médias
3 tomates maduros cortados em rodelas
3 cebolas cortadas em rodelas
1 pimentão cortado em rodelas
2 cubos de caldo de camarão
Cheiro verde a gosto
Coentro a gosto
Sal a gosto
Limão para lavar os frutos do mar
1/2 xícara de azeite de oliva
6 dentes de alho grandes
Modo de Preparo
Depois dos frutos do mar devidamente limpos e lavados com caldo de limão,
aqueça uma panela grande e coloque para dourar o alho amassado, depois refogue o mexilhão e coloque o cação cortado em cubos e adicione a água
Deixe abrir fervura e adicione a lula cortada em anéis e os tomates, as cebolas e o pimentão
Logo em seguida coloque os cubos de caldo de camarão e acerte o sal
Adicione coentro e cheiro verde e os camarões
Logo após coloque as batatas cortadas em rodelas grossas e previamente cozidas
E para finalizar coloque os lagostins por cima de tudo, tampe a panela e deixe cozinhar por 5 min
Sirva com arroz branco e pirão

domingo, 4 de março de 2012

O arquiteto de Hitler



Na cúpula do III Reich, existia um alto funcionário que nunca foi alvo dos gritos autoritários do ditador Adolf Hitler. Seu trabalho era sempre aprovado e não era menos prioritário nas ambições nazistas: a transformação de Berlim em uma cidade imperial. O nome dele era Albert Speer, arquiteto que cuidou dos projetos megalômanos de Hitler inspirados nas edificações das cidades gregas e romanas. Desde a sua filiação ao partido nacional socialista, em 1931, até a morte do führer, foram 14 anos de convivência contados em detalhes no livro “Conversas com Albert Speer” (Nova Fronteira), compilação de entrevistas dadas pelo arquiteto ao especialista em nazismo Joachim Fest entre 1966 e 1981, ano da morte de Speer. “Seguidas vezes Hitler afirmou que nada lembrava mais os grandes períodos da história do que suas edificações”, diz ele sobre o gosto arquitetônico do ditador.

Alguns dos projetos de Speer saíram do papel, como a Chancelaria do Reich, que funciona até hoje em Berlim. Outros, que faziam parte da Welthauptstadt Germania – a “capital do mundo” sonhada por Hitler – ficaram nas maquetes. Caso da avenida inspirada na parisiense Champs-Elysées, que teria cinco quilômetros de extensão e culminaria em um arco de triunfo com o dobro do tamanho do original francês. Nessa via ficaria também o Volkshalle, pavilhão com linhas copiadas do Panteão de Roma – só que, naturalmente, muito maior. “Quando estive na Basílica de São Pedro, a estrutura e a famosa coluna de Bernini me impactaram por parecerem minúsculas diante dos projetos para Berlim e Nuremberg”, conta Speer a Fest. “Por alguns instantes me perguntei se não tínhamos ido longe demais.”

A fama de Speer não ficou restrita à Alemanha: Josef Stalin e Benito Mussolini o procuraram para projetar construções em seus países, o que despertou ciúmes no ditador alemão. Foi quando presenciou um dos raros “acessos de raiva” do führer. Considerado um “bom nazista” (conceito discutível), o arquiteto foi um dos poucos que escaparam da pena de morte, sendo condenado a 20 anos de prisão. O mistério do abrandamento de sua pena é explicado no livro, mas de forma não muito convincente. Ele teria justificado que seu compromisso com a construção civil estava acima da ideologia. E o júri engoliu.
Fonte: ISTOÉ


Windows 8 Consumer Preview atinge a marca de 1 milhão de downloads em 24 horas
Números foram divulgados pela equipe do Building Windows 8 no Twitter. Versão beta mostra o que podemos esperar do sistema operacional
o que parece, a versão de testes do novo Windows 8 agradou a muita gente na internet. De acordo com o Twitter do Building Windows 8 (conta da equipe responsável por dar detalhes sobre o produto e distribuí-lo), desde que foi liberada para download, há um dia, o Windows 8 Consumer Preview já alcançou a marca de 1 milhão de downloads.

Se você ainda não baixou o modelo beta do Windows 8, saiba que o download pode ser feito aqui.(http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/windows-8-consumer-preview) Ou se você ainda não conhece nada sobre o Consumer Preview, nós já testamos e contamos tudo o que destrinchamos na versão de testes, incluindo requisitos mínimos de hardware necessários para executar o sistema na sua máquina, interface e design, ferramentas e muito mais. Acesse aqui.

Brincar de viver


Brincar de Viver
Maria Bethânia

Quem me chamou
Quem vai querer voltar pro ninho
E redescobrir seu lugar
Pra retornar

E enfrentar o dia-a-dia
Reaprender a sonhar
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não

Você verá que a emoção começa agora
Agora é brincar de viver
E não esquecer, ninguém é o centro do universo
Que assim é maior o prazer

Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não

E eu desejo amar todos que eu cruzar pelo meu caminho
Como eu sou feliz, eu quero ver feliz
Quem andar comigo, vem

Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não.

quinta-feira, 1 de março de 2012

LOU RAWLS LADY LOVE PARA MATAR SAUDADES

LADY LOVE~LOU RAWLS

Casas vivas e casas mortas




Sua casa é viva ou morta? A pergunta soa estranha, com certeza. E você logo responderá que casa é algo inanimado.

A casa é feita de pedras, tijolos, madeira, portanto, não tem vida.

Entretanto, casas existem que são mortas. Você as adentra e sente em todos os cômodos a inexistência de vida. Sim, dentro delas habitam pessoas, famílias inteiras.

Mas são aquelas casas em que quase tudo é proibido. Tudo tem que estar tão arrumado, ajeitado, sempre, que não se pode sentar no sofá porque se está arriscando sujar o revestimento novo e caro.

Casas em que o quarto das crianças é impecável. Todos os bichinhos de pelúcia, por ordem de cor e tamanho, repousam nas prateleiras.

Essas casas são frias. Pequenas ou imensas, carecem do calor da descontração, da luz da liberdade e da iluminada possibilidade de dentro delas se respirar, cantar, viver.

Por isso mesmo parecem mortas.

As casas vivas já demonstram, desde o jardim, que nelas existe vibração e alegria.

No gramado, a bola quieta fala da existência de muitos folguedos. A bicicleta, meio deitada, perto da garagem, diz que pernas infantis até há pouco a movimentaram com vigor.

Em todos os cômodos se reflete a vida. No sofá, um ursinho de pelúcia denuncia a presença de um pequenino irrequieto que carrega a sua preciosidade por todos os cantos.

Na saleta, livros, cadernos e lápis dizem dos estudos que se repetem durante horas. O dicionário aberto, um marcador de páginas assinalando uma mensagem preciosa falam de pesquisa e leitura atenciosa.

A cozinha exala a mensagem de que ali, a qualquer momento, pode chegar alguém e se servir de um copo d'água, um café, um pedaço de pão.

Os quartos traduzem a presença dos moradores. Cores alegres nas cortinas, janelas abertas para que o sol entre em abundância.

Os travesseiros um pouco desajeitados deixam notar que as crianças os jogam, vez ou outra, umas contra as outras, em alegres brincadeiras.

Enfim, as casas vivas são aquelas em que as pessoas podem viver com liberdade. O que não quer dizer com desordem.

As casas vivas são aquelas nas quais os seus moradores já descobriram que elas foram feitas para morar, mas sobretudo para se viver.

* * *

O desapego às coisas terrenas inicia nas pequeninas coisas. Se estabelecemos, em nosso lar, rígidas regras de comportamento para que tudo esteja sempre impecável, como se pessoas ali não vivessem, estamos demonstrando que o mais importante são as coisas, não as pessoas.

Manter o asseio, a ordem é correto. Escravizar-se a detalhes, temer por estragos significa exagerado apego a coisas que, em última análise, somente existem em função das pessoas.

Transforme sua casa, pequena, de madeira, uma mansão, num lugar agradável de se retornar, de se viver, de se conviver com a família, os amigos, os amores.

Coloque sinais de vida em todos os aposentos. Disponha flores nas janelas para que quem passe, possa dizer: Esta é uma casa viva. É um lar.

Fonte: Kardec on line