segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O alerta do Big Brother Brasil


O alerta do Big Brother Brasil



O programa Big Brother Brasil, ao selecionar pessoas com personalidades e temperamentos distintos uns dos outros, torna-se um "laboratório" de observação e avaliação do comportamento humano.
Três palavras e seus respectivos significados de abrangência social, resumem a "alma" do programa: competitividade, eliminação e vitória ou êxito pessoal (objetivo alcançado). Valores pertencentes a um modelo de sociedade que estimula o egoísmo, a disputa e o grupismo.
Portanto, o BBB sendo um micro-sistema, reflete o que ocorre no sistema social maior, inspirado no modelo competitivista e consumista do regime capitaiista. Até aí nada de novo, pois é uma realidade que vivenciamos no dia a dia de nosso país.
No entanto, cabe aqui um questionamento a respeito deste polêmico programa que a cada ano se repete no Brasil: O que o Big Brother Brasil acrescenta de positivo para que o seu público possa refletir a respeito do significado da vida a partir da percepção de si mesmo?
Creio que muito pouco e quase nada, pois, com este modelo, o programa mostra-se limitado pelo fato de ter objetivos definidos que levam os seus participantes a disputas pessoais, intrigas e separações grupais por afinidades ou interesses.
Neste contexto, a pressão psicológica da eliminação pelo "paredão", mexe com sentimentos negativos das pessoas, como rejeição e culpa, entre outros, o que contribui para aumentar o nível de estresse das relações interpessoais.
O ócio, associado à vaidade ou disputa de egos, é outra fonte geradora de tensão, causadora de conflitos íntimos e crises de relacionamento que caracterizam dramas reais pelos quais os telespectadores se identificam.
No BBB não existem exemplos de superação ou de iniciativas pessoais que levem os ocupantes da casa a uma inesperada decisão. Muito menos iniciativas coletivas que surpreendam positivamente a quem assiste o programa. É um processo de final anunciado, à medida que os fatos ocorrem conforme a previsibilidade de seu principal objetivo, que é a gradual eliminação dos participantes.
A dinâmica do programa passa-nos a impressão de que não existem pessoas bondosas, desapegadas do dinheiro ou de bens materiais, mas pessoas sorrateiras, oportunistas, interesseiras e calculistas que se unem em torno de um pseudo-ideal coletivo, mas que na verdade é predominantemente individualista.
Tudo o que o BBB tem nos mostrado, acontece nos grandes, médios e até pequenos centros urbanos, pois o modelo socio-político-economico é o mesmo do Oiapoque ao Chuí. O programa reproduz uma realidade brasileira, mas não acrescenta nada de novo que sirva de inspiração para a juventude. Ao contrário, mergulha justamente nas águas turvas e contaminadas dos conflitos interpessoais e no mau caratismo que estamos cansados de observar por este Brasil à fora, principalmente no âmbito do poder.
À propósito do poder, a história da humanidade é repleta de casos em que o povo era chamado para "divertimentos" pelos quais as pessoas se identificavam, alimentavam as suas fantasias e domesticavam as suas feras interiores. Desta forma, o poder conseguia desviar a atenção das massas daquilo que as envolvia no cotidiano de suas vidas, ou seja, das condições de pobreza e de miserabilidade.
É óbvio que o BBB não é um divertimento sangrento como eram as arenas romanas e seus gladiadores, tampouco uma diversão circense de programação diversificada, Porém, não deixa de ser mais um "ópio de povo", ou de boa parcela deste povo, que vê no dia a dia de sua programação, um pouco de tudo aquilo que acontece em suas vidas, tanto no âmbito individual quanto no âmbito familiar e comunitário.
Contudo, independentemente de sua audiência ser maior nesta ou naquela classe social, a atual programação do BBB serve para repensarmos nossos valores em relação ao modelo que dita o comportamento social do brasileiro. Média que expressa-se na competitividade e na forma como uns eliminam os outros para atingirem os seus objetivos pessoais, como mostra o programa.
Portanto, o Big Brother Brasil serve-nos como referência e alerta para a Nova Era que se inicia, pois, libertar-se do pesado fardo das sucessivas vidas do espírito imortal, é compromisso do espírito que deseja vivenciar os novos tempos de transformações.

Flávio Bastos

Por que criticamos as pessoas?

Por que criticamos as pessoas?
Foto: Por que criticamos as pessoas?


Você já percebeu como este hábito negativo está enraizado no comportamento humano? Não há quem não critique os outros. Basta alguém fazer alguma coisa diferente do esperado que já saímos comentando, achando falhas, questionando, como se tudo tivesse que respeitar uma regra maluca, que pode mudar de acordo com o nosso ponto de vista atual.
Muito triste esse hábito. Totalmente egoico e sem sentido. Digo sem sentido porque parte do princípio que temos o direito de entrar na vida alheia, não apenas com nossos olhos, mas com nosso julgamento. E, se por acaso, estivermos de mal humor, no momento em que olhamos algo que nos desagrade, aí então, o mundo está perdido, porque vamos mesmo falar muito mal daquilo que está à nossa volta. E isso é um vício. Quanto mais criticamos, parece que mais direito temos de falar mal dos outros. Mas, afinal, por que fazemos isso?
Percebo que algumas pessoas simplesmente aprenderam essa forma de agir, e se deixam levar pelo hábito, sem se questionar. Simplesmente, seguem a vida sem se auto-observarem. Na maioria das vezes, essas são as mesmas que reclamam de solidão, que não têm amigos sinceros, que sofrem porque nunca encontraram ninguém que realmente as aceitasse.
Tem também aquelas pessoas que apesar de terem aberto um pouquinho mais o horizonte, continuam seguindo os hábitos da família. Falam mal, criticam, acham feio tudo aquilo que é diferente da sua criação. Buscam a zona de conforto do mundo conhecido, buscam amigos semelhantes, repetem atividades desenvolvidas pelos pais, mantêm-se em negócios da família, gostando ou não das atividades que desenvolvem. Às vezes, essas pessoas ficam tristes, depressivas e não percebem que têm vontade de mudar, de fazer coisas diferentes.
Aliás, é muito comum ter medo do novo, repudiar o desconhecido e criticar as coisas diferentes, o que inclui criticar pessoas, hábitos e até culturas fora dos seus padrões.
Lembro que quando fui à Índia pela primeira vez estranhei aquele lugar, as pessoas, o cheiro, as imagens, roupas, modo de se comportar. Foi uma verdadeira overdose de emoções. Acho que foi tão intenso o mergulho naquele mundo diferente que quebrei todos meus paradigmas de uma vez só, o que foi muito bom. Porque se quisesse manter o meu jeitinho de viver por lá, teria enfrentado um milhão de frustrações. Teria perdido lindas oportunidades de conhecer pessoas, experimentar sabores e até ver as paisagens, pois, com certeza, meus olhos tiveram que aceitar a pobreza, lugares sujos, pessoas estranhas, para apreciar o contexto.
Voltei dessa primeira viagem muito mais leve, compreendendo melhor minha própria história, porque esse negócio de fazer críticas, emitir julgamentos, pode ser ainda pior quando a gente volta a atenção para si mesmo.
Percebi que quando as pessoas são muito críticas consigo mesmas, acabam abortando suas ideias, sufocando sonhos e não se dando a liberdade de errar. Querem ser perfeitas porque imaginam que o mundo à sua volta, está prestando atenção nos seus passos, medindo suas atitudes, achando defeitos em tudo o que fazem. De novo, o ego mostrando sua tirania, tentando proteger aquele que se julga um fraco, um ser cheio de erros. Algo que remete à criação, a complexos de inferioridade, falta de amor e um tiranismo sem precedentes.
Mas será que não temos escolha? Que nascemos assim e temos que morrer assim?
Ao contrário, acho que todos nós temos que nos convidar a transformar comportamentos negativos. Penso que precisamos nos observar, não como juízes implacáveis de nossos comportamentos, mas como pais e mães amorosos de nós mesmos. Porque, pelo amor de Deus, chega de colocar a culpa em nossos pais!
Acho que a maioria de nós, que já caminhamos um pouquinho na senda espiritual, sabe que precisamos nos libertar da nossa criação, esquecer as dores da infância, compreender aqueles que nos criaram, e que podem ter errado conosco. Erros que certamente já lhes fez mal o suficiente. Um mal que não devemos perpetuar. Não é?
Assim, amigo leitor, sugiro que nos tratemos com mais amor e atenção.
Veja bem que não sou favorável à indulgência, no sentido de deixar as coisas como estão, ou fazer vista grossa para os defeitos para ser mais feliz. Até porque não acredito nesse tipo de atitude, pois não vamos conseguir fechar os olhos para tudo o que está errado e nos perturba. Mas podemos ir mudando, pouco a pouco, a forma que olhamos o mundo e as pessoas. Podemos não nos permitir irritar com as coisas que nos desagradam. Podemos, inclusive, prestar atenção no nosso estado de humor antes de soltar um comentário frio, desagradável sobre alguém.
Acho que se não temos nada positivo a falar, ou se nossa fala não vai mudar em nada os fatos, devemos sim nos questionar antes de soltar o verbo. A reforma começa dentro de nós. Você já pensou que muitas coisas lhe escapa? Já parou para pensar que por trás de um sorriso, ou de uma lágrima, pode ter algum outro sentimento ou emoção que você nem imagina?
Precisamos deixar de ser tão pretensiosos imaginando que sabemos o que o outro está pensando. Sinto que se nos permitirmos observar mais, erraremos menos. Mas observar com amor, com coração aberto, colocando-nos no lugar do outro. Fazendo o divino jogo da empatia.
Porque se não nos colocarmos no lugar do outro, jamais poderemos pedir que alguém nos compreenda, ou sinta um verdadeiro afeto por nós. Se não sentimos quem é o outro como podemos esperar que ele sinta quem nós somos?
Criticar somente nos afasta das pessoas. Olhar as coisas negativas e achar os erros é fácil; difícil é, mesmo vendo as falhas, achar a beleza.



 Maria Silvia Orlovas

Você já percebeu como este hábito negativo está enraizado no comportamento humano? Não há quem não critique os outros. Basta alguém fazer alguma coisa diferente do esperado que já saímos comentando, achando falhas, questionando, como se tudo tivesse que respeitar uma regra maluca, que pode mudar de acordo com o nosso ponto de vista atual.
Muito triste esse hábito. Totalmente egoico e sem sentido. Digo sem sentido porque parte do princípio que temos o direito de entrar na vida alheia, não apenas com nossos olhos, mas com nosso julgamento. E, se por acaso, estivermos de mal humor, no momento em que olhamos algo que nos desagrade, aí então, o mundo está perdido, porque vamos mesmo falar muito mal daquilo que está à nossa volta. E isso é um vício. Quanto mais criticamos, parece que mais direito temos de falar mal dos outros. Mas, afinal, por que fazemos isso?
Percebo que algumas pessoas simplesmente aprenderam essa forma de agir, e se deixam levar pelo hábito, sem se questionar. Simplesmente, seguem a vida sem se auto-observarem. Na maioria das vezes, essas são as mesmas que reclamam de solidão, que não têm amigos sinceros, que sofrem porque nunca encontraram ninguém que realmente as aceitasse.
Tem também aquelas pessoas que apesar de terem aberto um pouquinho mais o horizonte, continuam seguindo os hábitos da família. Falam mal, criticam, acham feio tudo aquilo que é diferente da sua criação. Buscam a zona de conforto do mundo conhecido, buscam amigos semelhantes, repetem atividades desenvolvidas pelos pais, mantêm-se em negócios da família, gostando ou não das atividades que desenvolvem. Às vezes, essas pessoas ficam tristes, depressivas e não percebem que têm vontade de mudar, de fazer coisas diferentes.
Aliás, é muito comum ter medo do novo, repudiar o desconhecido e criticar as coisas diferentes, o que inclui criticar pessoas, hábitos e até culturas fora dos seus padrões.
Lembro que quando fui à Índia pela primeira vez estranhei aquele lugar, as pessoas, o cheiro, as imagens, roupas, modo de se comportar. Foi uma verdadeira overdose de emoções. Acho que foi tão intenso o mergulho naquele mundo diferente que quebrei todos meus paradigmas de uma vez só, o que foi muito bom. Porque se quisesse manter o meu jeitinho de viver por lá, teria enfrentado um milhão de frustrações. Teria perdido lindas oportunidades de conhecer pessoas, experimentar sabores e até ver as paisagens, pois, com certeza, meus olhos tiveram que aceitar a pobreza, lugares sujos, pessoas estranhas, para apreciar o contexto.
Voltei dessa primeira viagem muito mais leve, compreendendo melhor minha própria história, porque esse negócio de fazer críticas, emitir julgamentos, pode ser ainda pior quando a gente volta a atenção para si mesmo.
Percebi que quando as pessoas são muito críticas consigo mesmas, acabam abortando suas ideias, sufocando sonhos e não se dando a liberdade de errar. Querem ser perfeitas porque imaginam que o mundo à sua volta, está prestando atenção nos seus passos, medindo suas atitudes, achando defeitos em tudo o que fazem. De novo, o ego mostrando sua tirania, tentando proteger aquele que se julga um fraco, um ser cheio de erros. Algo que remete à criação, a complexos de inferioridade, falta de amor e um tiranismo sem precedentes.
Mas será que não temos escolha? Que nascemos assim e temos que morrer assim?
Ao contrário, acho que todos nós temos que nos convidar a transformar comportamentos negativos. Penso que precisamos nos observar, não como juízes implacáveis de nossos comportamentos, mas como pais e mães amorosos de nós mesmos. Porque, pelo amor de Deus, chega de colocar a culpa em nossos pais!
Acho que a maioria de nós, que já caminhamos um pouquinho na senda espiritual, sabe que precisamos nos libertar da nossa criação, esquecer as dores da infância, compreender aqueles que nos criaram, e que podem ter errado conosco. Erros que certamente já lhes fez mal o suficiente. Um mal que não devemos perpetuar. Não é?
Assim, amigo leitor, sugiro que nos tratemos com mais amor e atenção.
Veja bem que não sou favorável à indulgência, no sentido de deixar as coisas como estão, ou fazer vista grossa para os defeitos para ser mais feliz. Até porque não acredito nesse tipo de atitude, pois não vamos conseguir fechar os olhos para tudo o que está errado e nos perturba. Mas podemos ir mudando, pouco a pouco, a forma que olhamos o mundo e as pessoas. Podemos não nos permitir irritar com as coisas que nos desagradam. Podemos, inclusive, prestar atenção no nosso estado de humor antes de soltar um comentário frio, desagradável sobre alguém.
Acho que se não temos nada positivo a falar, ou se nossa fala não vai mudar em nada os fatos, devemos sim nos questionar antes de soltar o verbo. A reforma começa dentro de nós. Você já pensou que muitas coisas lhe escapa? Já parou para pensar que por trás de um sorriso, ou de uma lágrima, pode ter algum outro sentimento ou emoção que você nem imagina?
Precisamos deixar de ser tão pretensiosos imaginando que sabemos o que o outro está pensando. Sinto que se nos permitirmos observar mais, erraremos menos. Mas observar com amor, com coração aberto, colocando-nos no lugar do outro. Fazendo o divino jogo da empatia.
Porque se não nos colocarmos no lugar do outro, jamais poderemos pedir que alguém nos compreenda, ou sinta um verdadeiro afeto por nós. Se não sentimos quem é o outro como podemos esperar que ele sinta quem nós somos?
Criticar somente nos afasta das pessoas. Olhar as coisas negativas e achar os erros é fácil; difícil é, mesmo vendo as falhas, achar a beleza.



Maria Silvia Orlovas

SOMBRAS DE UM ARCO-ÍRIS - AS CRIANÇAS DA TERRA


SOMBRAS DE UM ARCO-ÍRIS - AS CRIANÇAS DA TERRA


“Quando a Terra estiver morrendo, há de surgir uma nova tribo de todas as cores e de todos os credos. Esta tribo será chamada de Guerreiros do Arco-Íris e colocará a sua fé em ações e não em palavras” – Profecia dos Nativos Norte-Americanos Hopi
Para muitas tribos antigas, o Arco-Íris tem um significado especial, pois é um ponto focal da crença Espiritual. É a crença de que o Arco-Íris é um sinal da beleza e graça que é o Grande Espírito, o nosso Criador, e ele nos incute um sentimento de esperança e amor. Se levarmos em conta esta crença e a aplicarmos às Crianças da nossa Terra, reconhecemos que estes seres maravilhosos são um reflexo direto da beleza e da graça do Grande Espírito.
Estas crianças tornaram-se conhecidas por muitos nomes: Índigos, Cristal e as Crianças do Arco-Íris, mas são todas as Crianças da nossa Terra. Não há separação, não há diferença. A única diferença é que elas se lembram, elas sabem, elas vêem e compreendem. As Crianças da Terra são um grande presente à humanidade. Elas são o presente de nossa evolução e trazem com elas um dom da escolha, uma escolha da transição e da ascensão para a Mãe Terra e todos que nela vivem.
Por muitos séculos, vivemos em um mundo de separações e medo. Foi-nos ensinado a temer ao Pai, a temermos o mundo, a termos medo uns dos outros e de nós mesmos. Com este ensinamento que nos foi dado de que estamos separados, separados do Pai, da Mãe Terra, uns dos outros, isto, portanto, criou separações e limitações em nós mesmos.
Com a entrada destes belos seres, as nossas crianças, uma nova dimensão se abriu para todos nós. Esta dimensão é um espaço de cura, um espaço onde somos capazes de liberarmos e de curarmos as feridas e padrões negativos de nosso passado. Somos capazes de nos conectarmos com a nossa sensibilidade emocional natural e experienciarmos a compaixão e o amor incondicional.
As crianças chegaram para nos ajudar a romper os velhos padrões de crenças que nos mantinham acorrentados a pensamentos e crenças de carência, medo e separação. Elas nos ensinarão a nos conectarmos com a nossa antiga sabedoria e a criar novos padrões e crenças baseados em antigos ensinamentos de nosso mundo, os ensinamentos do amor, paz, alegria e abundância.
As crianças não se esqueceram, não caíram por trás do véu do esquecimento que amaldiçoou a todos nós. Elas se lembram do seu propósito, da verdadeira razão de seu ser e é por isto que muitas estão em crise neste momento.
Esta crise pode assumir muitas formas, desde o abuso de álcool, a dificuldades de aprendizagem e ao autismo. Quando nos lembramos de nossos verdadeiros eus e nos curamos de nossos próprios abusos, podemos ensinar as nossas crianças uma maneira diferente e lhes mostrar um caminho diferente.
Houve muitas profecias relacionadas à vinda dos Guerreiros do Arco-Íris. Muitas delas dizem que estes Guerreiros virão quando a Terra estiver morrendo e que o propósito destes Guerreiros será curar a Mãe Terra.
Uma das crenças essenciais na Tradição Nativo-Americana é que tudo está a cargo da mulher. Nascemos do ventre sagrado da Grande Mãe, a nossa Terra, e é, portanto, nossa responsabilidade, reconhecê-la e ajudar a curá-la. Esta crença e conhecimento é um dos fatores fundamentais que definem as novas crianças que estão encarnando agora.
Ao longo de nossa jornada desde o nascimento, temos encontrado obstáculos e dificuldades. Os traumas e abusos que sofremos quando crianças, a falta de consciência com que operamos, e a cegueira que domina a nossa cultura, tudo serve para bloquear a nossa sabedoria interior e nos afastar do nosso caminho básico. No entanto, está em nosso interior o desejo de encontrarmos a cura e nos tornarmos íntegros.
Nossas crianças vêm até nós íntegras, perfeitas, para ensinarem e aprenderem. O que ensinaremos a nossas crianças? Ensinamos-lhes um mundo de medo, de traumas e abusos? Ou iremos lhes ensinar um mundo de amor, de beleza e harmonia?
As crianças estão aqui para romper as nossas barreiras que nos impedem de experienciarmos o amor, barreiras que obscurecem a verdade de nossa Natureza Divina. Elas irão romper as ilusões que nos impedem de ver claramente.
Elas trazem uma consciência desperta, uma consciência que é do Coração, uma consciência que trará a compreensão necessária para a compaixão. Nesta consciência está o seu poder e quando este poder estiver corretamente direcionado, teremos a transformação e a cura.
Mas, é o nosso trabalho como pais e encarregados da educação das crianças, ensinar-lhes o uso correto do poder. É da responsabilidade de cada adulto Humano a própria reforma, de modo que sejamos capazes de educar e ensinar efetivamente as crianças de nosso mundo.
É nossa responsabilidade ajudá-las e orientá-las, de modo que elas possam encontrar um caminho de verdade e de poder que irá transformar o nosso mundo, curar a nossa Terra e, portanto, criar um mundo de equilíbrio, de amor, verdade, harmonia e alegria.
O Arco-Íris é um dos mais antigos símbolos e representa um caminho da verdade. Este é o caminho das novas crianças – um caminho da verdade.
Elas são uma esperança muito necessária para um mundo em crise, elas são os Guardiões da Sabedoria. Seus comportamentos e padrões devem refletir os nossos: elas são nossos espelhos e a menos que nós, como adultos deste mundo, mudemos e nos transformemos, criaremos ainda mais traumas, abusos, medo e separação.
Estas novas crianças mantêm uma energia de vibração mais elevada e os seus dons para nós está em manter e compartilhar esta energia mais elevada. Elas irão nos ajudar a mudar para vibrações novas e mais elevadas e, portanto, irá nos possibilitar a acessar o nosso pleno potencial e poder.
Nossa lição é ouvir e lembrar. Ouçam o que as nossas crianças estão nos dizendo, ouçam o que elas estão clamando. Lembrem-se de quem realmente somos, do nosso propósito, de nossa paixão e de nós mesmos.
Se observarem atentamente, vocês irão ver que estas crianças têm um sentido inato de quem elas são, um sentido de auto-estima, de amor. Mas o nosso mundo não acolhe estas características, nosso mundo cria limitações, cria a dúvida e uma falta de crença. Precisamos mudar estas características e crenças, de modo que possamos incentivar as nossas crianças a acreditarem em si mesmas.
Precisamos ajudar as nossas crianças a recordarem e não se esquecerem quem elas são realmente, recordarem que elas são os filhos do Grande Espírito, do nosso Criador. Recordarem que os seus verdadeiros pais são a Mãe Terra e o Pai Sol, e que nós, como os seus pais humanos, concordamos em criar uma forma humana para elas encarnarem.
Precisamos ensinar as nossas crianças a serem responsáveis. Precisamos ensinar-lhes honra e respeito pelos seus pais, tanto humanos quanto Divinos. A fim de ensinarmos estas lições, precisamos aprendê-las. Precisamos nos lembrar quem são os nossos verdadeiros pais. Precisamos curar as nossas separações, de modo que encontremos a compreensão, a aceitação e o amor por nós mesmos.
Todos nós temos o poder do livre arbítrio. Escolhemos permitir que outros influenciem a nossa jornada, o nosso conhecimento, o nosso coração, nossa mente e o nosso corpo. Mas, as novas crianças têm a oportunidade de fazer novas escolhas e mudanças, a partir de um espaço de amor e não de medo ou raiva.
É tempo de nos lembrarmos de nossa antiga cultura e herança. Devemos nos lembrar dos antigos rituais, histórias, lendas e mitos, pois será com este conhecimento que seremos capazes de ensinar as nossas crianças o correto uso do poder, o correto uso da energia.
Desta maneira, iremos ensinar as nossas crianças a direcionar o seu poder e energia, de maneiras que sejam construtivas e criativas. Maneiras que estejam mais alinhadas com a vontade do Grande Espírito e, portanto, retornaremos novamente a um espaço de harmonia e de equilíbrio com a Mãe Terra e a humanidade.
As crianças são a chave para a nossa sobrevivência como espécie, pois a Mãe Terra é eterna e nunca morrerá, mas é a espécie humana que está em perigo de extinção. Estamos vendo o perigo na maneira com que a Mãe Terra está nos mostrando o Seu Poder, na forma de desastres naturais. Ela está refletindo para nós o perigo em que estamos.
É-nos dada a escolha em nossas crianças, o dom de escolher a maneira com que ouvimos, aprendemos e compreendemos. Nossas crianças nos trazem estes dons. O potencial está aí e cabe a nós se escolhemos ignorá-lo e continuarmos o nosso caminho, ou se paramos e ouvimos o que as nossas crianças estão dizendo, mostrando e fazendo.

A HISTÓRIA DOS CHEROKEE


“Você sabe o que é um arco-íris?
Sim, um belo arco de cores no céu.
Você sabe o que é um guerreiro?
Um guerreiro é uma pessoa corajosa.
Que tem a coragem, e não o medo. Agora, deixe-me lhe fazer uma pergunta.
Você ama ou odeia os animais?
Você ama ou odeia as árvores?
Você ama ou odeia as pessoas?
Você ama ou odeia o arco-íris?
Bem, se você ama os animais, as árvores, as pessoas e o arco-íris,
Então, talvez, você seja um Guerreiro do Arco-Íris”.

Fonte:http://www.spiritpathways.co.za/earthchild.html


Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

O seu maior encontro é com você.

O seu maior encontro é com você.


O Ser de maior luz e de maior escuridão, na sua vida, é você mesmo.
Existem os anjos, os mestres, os amigos, os irmãos espirituais, os mentores, os professores, o seu pai e a sua mãe, a sua esposa, o seu esposo, o seu amigo... Mas a pessoa mais importante do seu mundo é você. A cura é você, a doença também é você. A felicidade está em você. A tristeza e a escuridão também estão em você.
Você pode viajar o mundo buscando Deus. E encontrará em muitos lugares histórias lindas, pessoas iluminadas, curas milagrosas. Encontrará também lugares feios, pessoas tristes, brigas, mal entendidos. Mas se você estiver bem, no grande encontro, você com você mesmo; essas coisas, essas pessoas, essas situações farão parte do seu mundo, da sua memória, das suas histórias... Poderão provocar risos ou lágrimas.
Mas você é você. Você é aquele que se relaciona com o mundo a sua volta, com as situações, com os amigos, com os inimigos, com o seu corpo, com a sua mente e até com o seu olhar. Porque você pode escolher como se comportar, como olhar, como falar, como pensar, como reagir, onde ir.
Então, o grande encontro de amor é interior. Quando você tem esse grande encontro de amor dentro de você, acolhendo o Ser que você é; você estará infinitamente melhor, mais preparado para encontrar, para trocar, para conversar e interagir com o mundo a sua volta.
Se o mundo a sua volta lhe fecha as suas portas, está triste ou feio, provavelmente você também está assim com você mesmo. Se mal querendo, se mal dizendo, se culpando, se magoando, trazendo tristeza pra si mesmo, além daquela que o universo externo momentaneamente lhe oferece.
Se com amor você enfrenta uma situação não tão agradável, a situação pode ficar melhor. Se você enfrentar uma situação boa, porém, triste, com raiva, se recriminando, se punindo; a situação não ficará tão boa. A grande cura é com o seu Eu. O instrumento da cura é o Amor.
Cultive a paciência consigo mesmo, não seja indulgente com os seus erros, mas seja paciente quando se propõem a acertar.
Paciente. Tolerante. Perseverante.
Há um grande amor em você. O exercício do perdão espiritual a si mesmo é profundamente transformador. E é uma etapa extremamente importante, no caminho espiritual. Porque se você não amar você mesmo, se você não se tratar com gentileza, com firmeza para seguir num caminho, para se aprimorar... O mundo não lhe fará feliz. As pessoas não lhe trarão felicidade. As situações não serão de calma, nem de tolerância, nem de paciência. Toda essa força deve nascer em você, mas uma força cheia de amor.
Você está onde você está hoje, você vive o que você vive hoje; como fruto, como colheita dos seus atos do passado. E isso é uma absoluta verdade. Porém, tudo pode ser transformado nesse encontro de amor. Você com você. Você com você, com amor.
Nesse momento nós estamos tocando o coração de cada um de vocês, numa energia de profundo amor. Abram o coração pra esse toque. Respirem fundo, respirem a energia desse toque.
E nesse momento, operamos as nossas curas, através do amor.
Deixe de se punir, ame a si mesmo e se faça crescer.
Nesse momento a Chama Rosa, se derrama sobre o ambiente, numa energia de profundo amor.
Eu sou Mestra Rowena e venho trazendo o sentimento de amor. O sentimento de profundo amor. Recebam.Foto: O seu maior encontro é com você.


O Ser de maior luz e de maior escuridão, na sua vida, é você mesmo.
Existem os anjos, os mestres, os amigos, os irmãos espirituais, os mentores, os professores, o seu pai e a sua mãe, a sua esposa, o seu esposo, o seu amigo... Mas a pessoa mais importante do seu mundo é você. A cura é você, a doença também é você. A felicidade está em você. A tristeza e a escuridão também estão em você.
Você pode viajar o mundo buscando Deus. E encontrará em muitos lugares histórias lindas, pessoas iluminadas, curas milagrosas. Encontrará também lugares feios, pessoas tristes, brigas, mal entendidos. Mas se você estiver bem, no grande encontro, você com você mesmo; essas coisas, essas pessoas, essas situações farão parte do seu mundo, da sua memória, das suas histórias... Poderão provocar risos ou lágrimas.
Mas você é você. Você é aquele que se relaciona com o mundo a sua volta, com as situações, com os amigos, com os inimigos, com o seu corpo, com a sua mente e até com o seu olhar. Porque você pode escolher como se comportar, como olhar, como falar, como pensar, como reagir, onde ir.
Então, o grande encontro de amor é interior. Quando você tem esse grande encontro de amor dentro de você, acolhendo o Ser que você é; você estará infinitamente melhor, mais preparado para encontrar, para trocar, para conversar e interagir com o mundo a sua volta.
Se o mundo a sua volta lhe fecha as suas portas, está triste ou feio, provavelmente você também está assim com você mesmo. Se mal querendo, se mal dizendo, se culpando, se magoando, trazendo tristeza pra si mesmo, além daquela que o universo externo momentaneamente lhe oferece.
Se com amor você enfrenta uma situação não tão agradável, a situação pode ficar melhor. Se você enfrentar uma situação boa, porém, triste, com raiva, se recriminando, se punindo; a situação não ficará tão boa. A grande cura é com o seu Eu. O instrumento da cura é o Amor.
Cultive a paciência consigo mesmo, não seja indulgente com os seus erros, mas seja paciente quando se propõem a acertar.
Paciente. Tolerante. Perseverante.
Há um grande amor em você. O exercício do perdão espiritual a si mesmo é profundamente transformador. E é uma etapa extremamente importante, no caminho espiritual. Porque se você não amar você mesmo, se você não se tratar com gentileza, com firmeza para seguir num caminho, para se aprimorar... O mundo não lhe fará feliz. As pessoas não lhe trarão felicidade. As situações não serão de calma, nem de tolerância, nem de paciência. Toda essa força deve nascer em você, mas uma força cheia de amor.
Você está onde você está hoje, você vive o que você vive hoje; como fruto, como colheita dos seus atos do passado. E isso é uma absoluta verdade. Porém, tudo pode ser transformado nesse encontro de amor. Você com você. Você com você, com amor.
Nesse momento nós estamos tocando o coração de cada um de vocês, numa energia de profundo amor. Abram o coração pra esse toque. Respirem fundo, respirem a energia desse toque.
E nesse momento, operamos as nossas curas, através do amor.
Deixe de se punir, ame a si mesmo e se faça crescer.
Nesse momento a Chama Rosa, se derrama sobre o ambiente, numa energia de profundo amor.

Eu sou Mestra Rowena e venho trazendo o sentimento de amor. O sentimento de profundo amor. Recebam.

RENUNCIA DE BENTO XVI

O Papa Bento XVI vai renunciar a seu pontificado em 28 de fevereiro. Bento XVI anunciou a renúncia pessoalmente, falando em latim, durante um encontro de cardeais. O discurso foi feito entre as 11h30 e 11h40 locais (8h30 e 8h40 do horário brasileiro de verão), segundo o Vaticano. A Rádio Vaticana publicou o áudio. O Vaticano afirmou que o papado, exercido pelo teólogo alemão desde 2005, vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido, o que se espera que ocorra "o mais rápido possível" e até a Páscoa, segundo o porta-voz Federico Lombardi. Em comunicado, Bento XVI, que tem 85 anos, afirmou que vai deixar a liderança da Igreja Católica Apostólica Romana devido à idade avançada, por "não ter mais forças" para exercer as obrigações do cargo. O Vaticano negou que uma doença tenha sido o motívo da renúncia. O pontífice afirmou que está "totalmente consciente" da gravidade de seu gesto. "Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com total liberdade declaro que renuncio ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro", disse Joseph Ratzinger, segundo comunicado do Vaticano. Na véspera, Bento XVI escreveu em sua conta no Twitter: "Devemos confiar no maravilhoso poder da misericórdia de Deus. Somos todos pecadores, mas Sua graça nos transforma e renova". Sucessor de João Paulo II, Bento XVI havia assumido o papado em 19 de abril de 2005, com 78 anos. O Vaticano afirmou que a renúncia vai se formalizar às 20h locais de 28 de fevereiro (17h do horário brasileiro de verão). Até lá, o Papa estará "totalmente encarregado" dos assuntos da igreja e irá cumprir os compromissos já agendados.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Como será o amanhã?

Como será o amanhã?



O futuro é o intervalo de tempo que se inicia após o presente e não tem um fim definido. É a condição utilizada na disciplina clássica para dizer algo que está por vir. É o que ainda não aconteceu, mas poderá, ou não, acontecer. Na realidade, a figura do futuro não existe. O que existe é um desejo pretensioso da nossa parte de que as coisas aconteçam como planejamos, mesmo sabendo que a única verdade absoluta é o presente.
É mais que natural ficarmos tentando imaginar, ou mesmo prever, como será o futuro. Como será o nosso amanhã? Isto é impossível de saber de forma detalhada. O mundo, nós mesmos e o nosso dia-a-dia, ou seja, tudo está em um estado de constante transformação, o que dificulta qualquer tentativa de acerto no que está por vir. Sabemos apenas que há um plano Divino em plena execução, que está mexendo muito com as nossas vidas e mudando o nosso cotidiano.
Enquanto todo mundo não se alinhar ao plano de Deus, as incertezas, que são irmãs dos medos, serão sempre responsáveis pelas nossas inseguranças, mesmo com todas as experiências e resultados do passado.
O que acontece é que estamos sempre voltando ao mesmo lugar e repetindo os mesmos erros. Muitas vezes escolhemos caminhos perigosos ou acreditamos em sonhos enganosos que podem colocar o nosso amanhã em risco. O que temos a fazer é girar junto com a evolução, segurando firme para não ser lançado para fora da rota Divina. Não podemos colocar o plano Divino a perder. Ele foi iniciado e encontra-se em plena atividade. Não existe retrocesso. Agora, se mesmo com todas as oportunidades, facilidades e dicas oferecidas, você não se adaptar ao plano Divino, o seu dia-a-dia se tornará longo e você, dominado pelo medo, mais distante ficará de perceber o seu amanhã.
É possível formularmos uma propriedade essencial que caracterize uma consciência que indique o futuro. Uma propriedade que nos permita alargar certas representações e certos ideais futuros. Nesta propriedade, a liberdade não pode ser arrancada da nossa consciência, a qual deverá estar totalmente aberta e em frequênte estado de meditação para podermos, diante da verdade que a consciência nos permite, enxergar melhor o nosso amanhã, diminuindo nossas incertezas, porém sem os detalhes das nossas aspirações.
As cartas, horóscopos, runas e outros meios esotéricos, procuram garantir, aos que acreditam, a certeza do que virá. Talvez fique mais fácil alinhavar a sua personalidade e colocar o amanhã bem mais lá para frente, no que podemos chamar de futuro, com certas adivinhações, do que propriamente acertar o que irá acontecer amanhã.
Se fizermos uma análise, um estudo mais aprofundado da personalidade de cada um, arriscaremos chegar a dizer o que poderá acontecer na trajetória de alguém por sabermos do seu passado e as consequências que ele poderá proporcionar, já que as atitudes tomadas funcionam quase que como uma previsão de futuro. Não podemos esquecer do velho ditado: “diga o que você fez no passado, que direi como será o seu futuro”. É o que podemos chamar de futuro previsível.
Não podemos sofrer por antecipação. Temos que procurar ser reais e leais conosco e com o próximo no presente. Agindo assim, não precisaremos temer o amanhã. Daremos um grande passo ao retirarmos os medos, afastando os fantasmas e vivendo o hoje com toda dedicação e amor. Dessa forma, a resposta à pergunta de como será o nosso amanhã já estará praticamente respondida.
As profecias feitas nada mais são do que pesquisas coletivas do passado somadas ao que está acontecendo. Elas nascem pela junção de um profundo conhecimento da humanidade com uma boa dose de intuição. Muito diferente de adivinhação.
O futuro previsível funciona como uma fórmula matemática, onde somando passado mais intuição se chegará ao resultado esperado. Mas, não podemos esquecer que o mundo é história, e a essência da história é irreversível. Esta impossibilidade de não reverter tem uma razão especial e pessoal, e reverter situações momentâneas não é reverter a história. Que isso fique bem claro! A história é irreversível, e o amanhã, de forma ampla, impossível de dizer como será.
Um ponto crítico de arranjo é que a vida gira sobre si mesma, de modo a se tornar capaz de previsões e de invenções, de se imaginar e de se reinventar. Ela se tornou consciente no inconsciente. Quando enxergarmos uma fronteira, não podemos interromper o passo, muito menos olhar pra trás ou jogar todos os nossos pensamentos para o futuro. O importante, no plano pessoal de cada dia, é transcender aos medos e preconceitos, o que nos direcionará a um amanhã mais promissor.
É muito melhor podermos prever, com as nossas atitudes, um futuro possível, do que ficar procurando saber de uma verdade muitas vezes incerta, falha e cheia de falsas esperanças.


Bernardino Nilton Nascimento

VOCÊ PODE ESTAR APENAS ACOSTUMADO...

VOCÊ PODE ESTAR APENAS ACOSTUMADO...
“Pássaros criados em gaiolas acreditam que voar é uma doença!”

Nossos costumes nos amarram.
Foto: VOCÊ PODE ESTAR APENAS ACOSTUMADO...
“Pássaros criados em gaiolas acreditam que voar é uma doença!”

Nossos costumes nos amarram.
 
 
 
Acreditamos em coisas que na verdade são simplesmente costumes enraizado em nossa vida.
Acreditamos que algumas coisas não podem ser mudadas porque sempre foram daquela maneira. "Eu sempre fui assim", "Ele sempre foi assim", "Nós sempre fomos assim"... se as coisas estão como sempre foram e você vive uma vida PLENA de SATISFAÇÃO, SAÚDE e ABUNDÂNCIA: perfeito! Continue como está e agradeça!
Mas, se você pensa em algum momento do seu dia: "queria mudar isso", "podia ser diferente", "eu queria ter mais dinheiro", "eu quero engordar"... ou em qualquer outro tipo de frase que sugira mudança, você precisa mudar alguma coisa na sua vida! MUDAR, MUDANÇA, do verbo não pode mais ser como é!!!
E como muda? Mudando a maneira de como fazemos as coisas do nosso dia-a-dia.
Vê se você concorda: quando mudamos de casa, deixamos de morar de lá, nosso endereço não é mais aquele, quando queremos voltar para casa não é mais para aquela rua que nos direcionamos, temos que ir por outro caminho... 
O mesmo acontece quando queremos mudar algo em nossa vida: é como mudar de endereço, aquela não é mais a nossa casa!!! Não fazemos mais parte daquele lugar... Como você pode mudar de casa e continuar dormindo todas as noites na casa antiga? Então você não se mudou!!!NÃO MUDOU, NÃO SE MUDOU!
Para termos experiências diferentes das que estamos vivendo, precisamos ter atitudes diferentes das que tivemos até hoje, não podemos esperar que as coisas mudem de fora para dentro, nós precisamos mudar as pequenas atitudes do nosso dia-a-dia para que a mudança aconteça na nossa vida e parar de achar que algumas coisas são como são e pronto. 
Isso não existe, as coisas são como queremos que elas sejam! 
Não é porque você foi criado sempre dentro de uma gaiola que você não foi feito para voar: se você é um pássaro, sim você foi feito para voar independente de como e onde você cresceu!
Somo seres criados a imagem e semelhança de Deus! Como e para quê um deus foi criado? Para viver a plenitude de sua felicidade, abundância e harmonia! Para viver em paz, cercado de seres de luz! Assim deve ser a vida de um ser humano: PLENA! 

Acredite e tente que vale a pena!

Morgana Cristina Bússolo


Acreditamos em coisas que na verdade são simplesmente costumes enraizado em nossa vida.
Acreditamos que algumas coisas não podem ser mudadas porque sempre foram daquela maneira. "Eu sempre fui assim", "Ele sempre foi assim", "Nós sempre fomos assim"... se as coisas estão como sempre foram e você vive uma vida PLENA de SATISFAÇÃO, SAÚDE e ABUNDÂNCIA: perfeito! Continue como está e agradeça!
Mas, se você pensa em algum momento do seu dia: "queria mudar isso", "podia ser diferente", "eu queria ter mais dinheiro", "eu quero engordar"... ou em qualquer outro tipo de frase que sugira mudança, você precisa mudar alguma coisa na sua vida! MUDAR, MUDANÇA, do verbo não pode mais ser como é!!!
E como muda? Mudando a maneira de como fazemos as coisas do nosso dia-a-dia.
Vê se você concorda: quando mudamos de casa, deixamos de morar de lá, nosso endereço não é mais aquele, quando queremos voltar para casa não é mais para aquela rua que nos direcionamos, temos que ir por outro caminho...
O mesmo acontece quando queremos mudar algo em nossa vida: é como mudar de endereço, aquela não é mais a nossa casa!!! Não fazemos mais parte daquele lugar... Como você pode mudar de casa e continuar dormindo todas as noites na casa antiga? Então você não se mudou!!!NÃO MUDOU, NÃO SE MUDOU!
Para termos experiências diferentes das que estamos vivendo, precisamos ter atitudes diferentes das que tivemos até hoje, não podemos esperar que as coisas mudem de fora para dentro, nós precisamos mudar as pequenas atitudes do nosso dia-a-dia para que a mudança aconteça na nossa vida e parar de achar que algumas coisas são como são e pronto.
Isso não existe, as coisas são como queremos que elas sejam!
Não é porque você foi criado sempre dentro de uma gaiola que você não foi feito para voar: se você é um pássaro, sim você foi feito para voar independente de como e onde você cresceu!
Somo seres criados a imagem e semelhança de Deus! Como e para quê um deus foi criado? Para viver a plenitude de sua felicidade, abundância e harmonia! Para viver em paz, cercado de seres de luz! Assim deve ser a vida de um ser humano: PLENA!

Acredite e tente que vale a pena!

Morgana Cristina Bússolo

A Verdadeira Mística do Sexo


A Verdadeira Mística do Sexo



A sexualidade, sendo uma função natural que foi reprimida em nossa cultura, deu origem à neurose, às perversões e muitos outros distúrbios relacionados ao sexo. Mesmo a sua liberação, nos últimos tempos, vem acompanhada de sentimentos de culpa e outras distorções sérias, demonstrando que ainda não sabemos verdadeiramente vivenciar o sexo em nossas vidas.

Mas, depois da descoberta, por arqueólogos, de uma outra forma de lidar com o sexo -- tal como era praticada por uma certa tradição hindu -- a sexualidade passou a ser vista com outros olhos, como um processo iniciático de elevação e expansão da consciência. Alguns estudiosos do assunto descobriram que, em época anterior à invasão e dominação de uma vasta região da Europa, Oriente Médio e India pelos arianos e semitas, havia uma civilização nativa indo-européia estabelecida a partir de valores completamente diferentes daqueles que nos são habituais hoje. O sexo era um deles. 


Sabemos que o Tantra é um sistema de tradições multimilenárias, anteriores à cultura védica dos povos arianos. Era voltado para o culto aos valores femininos e adoradores da Grande Mãe. Para essa cultura, cujos indícios foram desenterrados junto a grandes cidades de mais de 10 mil anos aC., como Harapa, Mohenjo-Daro, Lothal, Ankara, Chatal-Huyuk, Khajuraho, etc, o sexo era uma forma natural utilizada para fins religiosos, cujo ápice era tornar manifestada a vida. Diferentemente de nossa concepção moderna de liberação sexual, onde se confunde promiscuidade, alívio e descarga de tensões, pornografia, compulsão, estímulos eróticos e hormonais, autoafirmação, em atos que realizam uma caricatura do verdadeiro ato sexual, nossos antepassados tântricos consideravam o sexo como um caminho sagrado, uma forma de transcendência mística, que proporcionava uma iniciação ao Ser através do amor.


A tradição tântrica buscava -- e o sexo era um dos métodos -o mesmo que buscamos hoje através de psicoterapias, meditação e exercícios psicovivenciais, ou seja: a liberação do ego, a transcendência do espaço-tempo, a experiência da unidade com o Todo, a capacidade de entrega ao amor. Para eles, o sexo não deve jamais ser reprimido ou censurado, mas vivido com entrega e alegria, pois é um caminho para Deus. Por isto não deve causar estranheza o fato de existirem tantos símbolos fálicos esculpidos em pedras e rochas em sítios pré-históricos. O linga era a representação do órgão sexual masculino, quase sempre esculpido sobre um suporte em forma de cálice, que representava a Yoni, ou símbolo sexual feminino. Quando não havia um suporte, o linga era erguido diretamente do chão, pois a yoni era a própria terra.


Por isso cultuavam deidades femininas, porque viam na Shakti (natureza) a força criadora da vida. Um aspecto intrigante para a mente moderna é o lado terrível, monstruoso e assustador das deusas. Elas exigem sacrifícios e, às vezes, devoram os próprios filhos. Como a mãe natureza que doa e toma a vida, num ciclo eterno de morte-renascimento, eles representavam suas deusas com as mesmas características de fatalidade do destino humano. 


Alguns Sutras Sagrados encontrados em escavações falam de um método para se desenvolver e praticar o Tantra. Osho, o místico hindu que trouxe ao ocidente os ensinamentos tântricos, ensina que deve haver contenção do orgasmo físico, pois ele implica em perda de energia e transforma o "fogo em brasa". Aos homens, ele diz que deve haver um treino para inibir a ejaculação, e às mulheres, um treino das contrações vaginais e um exercício para a entrega total e absoluta ao sentir. Osho afirma que a entrega é fundamental, não só às sensações sexuais, mas a todas as outras, como sentir a comida, degustar o sabor, sentir a pele ao contato da terra, do vento, da água, estimular a percepção de cheiros e aromas, porque tudo isso nos ensina a viver o agora, o momento presente - que é o único que existe! Passado e futuro são abstrações da mente e não têm existência. Só o presente existe. E para vivê-lo é preciso treinar os órgãos sensoriais.


Em seguida, Osho ressalta que o sexo existe para ser transformado em amor e transcendido. O objetivo último é a transcendência, inclusive do sexo. Uma demonstração disso é sua afirmação de que, depois que uma pessoa vivencia a união cósmica (através do ato sexual com um parceiro), pode-se prescindir da relação sexual, porque a pessoa é capaz de, sozinha, despertar em si mesma a transformação e a transcendência.


Por último, para fins didáticos, há a Geometria Tântrica, que exemplifica como se dá a união alquímica do amor. Enquanto prevalecer a divisão do sexo entre corpo e mente, os parceiros serão quatro -- e estarão formando um quadrado! Não há encontro, não há comunhão, porque existem, na verdade, dois corpos e duas cabeças funcionando. O ser está fragmentado e dividido e isto impossibilita a entrega. 


Mas, existem encontros que se assemelham a triângulos. Por um momento repentino ocorre uma unificação interna dos dois parceiros e estes vivenciam a Unidade. Um se torna o Outro, e nesta fusão eles experimentam o Absoluto, a dissolução do ego, a dissipação do tempo e do espaço, o amor tântrico. Dura um segundo, mas é uma antecipação daquilo que os místicos de todas as tradições testemunham em seus relatos de um orgasmo cósmico, como Tereza D'Ávila e João da Cruz.


finalmente, o encontro verdadeiramente tântrico se dá quando o casal vivencia o círculo. Não existem ângulos, não existe tempo, não existe ego. Mas isto só pode acontecer quando o homem aprende a reter a ejaculação e a mulher a se entregar verdadeiramente. Osho insiste no fato de que deve haver amor na relação, pois se não houver, ambos sentirão pressa e não haverá entrega. Um estará usando o outro e exigirá cada vez mais estímulos para que o ato se conclua com uma descarga fisiológica de prazer, e nada mais. 


Temos muito a aprender com os sábios ancestrais sobre amor e sexo! A liberação sexual dos anos 80 parece piada quando compreendemos realmente o que está em jogo, no ato sexual.






Ser Solidário


Ser Solidário.



Começando uma nova etapa, cheios de boas intenções, deparamo-nos com as mesmas cenas tristes em cada canto de nossas cidades. Nos semáforos, enquanto a luz não muda de cor, pessoas de fisionomias tristes nos pedem a ajuda de umas moedas. Em algumas calçadas, outras, farrapos humanos verdadeiros, vivem ao relento, sujos, maltratados, abalando os nossos corações. Chegando à nossa casa e ligando a televisão, damos com noticiários que são verdadeiras páginas policiais, relatando-nos assassinatos, roubos, falcatruas... Como está triste este nosso mundo, amigos!
Fico então a pensar: o que pode resolver tudo isto? Os violentos e ladrões, não deixam de ser doentes da alma que precisariam ser socorridos e tratados de alguma forma, pois não resolve apenas alijarmos eles de nosso convívio, pois na primeira oportunidade voltarão a fazer igual ou pior. Sempre penso que alguém, em algum lugar, poderia ter ajudado aquele indivíduo a melhorar. Os que estão abandonados no meio das ruas ou em sanatórios, asilos, orfanatos, será que nasceram do nada? Nunca foram ligados a ninguém, por qualquer tipo de laço?
Percebo que só há uma solução para esta realidade triste com que nos deparamos a todo instante: difundir e colocar em prática a solidariedade. Sempre podemos ajudar de alguma forma, em algum lugar, alguém. Por que não o fazemos? Se cada um de nós cuidasse do próximo mais próximo, da forma que fosse possível, tudo seria diferente.
Não basta evocarmos a luz. Precisamos acender a nossa própria luz, através da prática amorosa, ou não estaremos saindo do lugar e nosso mundo interior e exterior continuará o mesmo.
Será que as pessoas que conviveram com um assassino exterminador, durante toda a sua vida, jamais desconfiaram que algum dia ele poderia vir a surtar de forma tão violenta, como acabou fazendo? Na escola que cursou, entre os amigos, em família, ninguém jamais cogitou da necessidade de tratá-lo, por estar doente?
Não podemos ficar mais empurrando a vida com a barriga, deixando tudo para fazer amanhã. Os momentos de decisão são sempre agora e do jeito que a vida está correndo, decidamos que devemos nos comprometer com a melhoria de nossa sociedade, ou tudo irá ficando cada dia mais caótico! Se a luz da presença amorosa de Deus já nos tocou, o que estamos esperando pra iniciar o trabalho urgente que nos cabe?
O que cada um pode fazer, cada um sabe. Basta vivermos alertas ao momento que passa. É preciso que nos desapeguemos de nossos pequenos eus e realmente olhemos para os irmãos que estão caminhando ao nosso lado. No elevador, nos locais de trabalho, nas ruas, em nossas famílias, entre os nossos amigos, na internet... Enfim, há MUITO a ser feito.
É pratico vivermos culpando sempre os outros por não fazerem isto ou aquilo, pois é fácil encontrar culpados para tudo. Mas não é nada fácil conviver com a tristeza deste nosso mundo, onde valores morais já não parecem existir e onde as coisas materiais se tornam o sonho de felicidade da maioria, como se ter mais alguma coisa fosse aplacar a nossa dor, a nossa falta de amor!
Muita energia positiva está chegando ao nosso planeta, muita ajuda estamos recebendo de irmãos iluminados de outras dimensões, mas precisamos fazer a nossa parte. Não basta sonharmos, é preciso trabalharmos, nos comprometermos com a tarefa grande e importante que temos pela frente, ou nada será alcançado.
Aquilo que Jesus nos ensinou tantos anos atrás está esperando para ser posto em prática por todos nós. Diante de qualquer situação, por que não nos perguntamos o que Jesus faria numa hora dessas?
Penso que no início de um ano novo, novas resoluções precisam ser tomadas. Mudanças que gerarão transformações.
Já sabemos que a paz do mundo começa em cada um e que o Amor se expressa através de tudo e inclusive de nós. Se cada um der o pouco que puder de compreensão, paciência, respeito e amor pelo próximo, estaremos realmente iniciando um ano novo! Se nada fizermos, continuaremos a viver no velho, o resultado de nossa inércia, de nossa acomodação, só que com consequências cada vez mais tristes e sérias.
Podemos mudar, basta querermos. O amanhã será melhor, se cuidarmos de melhorar. Que 2013 seja O ANO de amarmos a nós mesmos e ao outro como a nós mesmos! Não há tempo, pois o momento já chegou.


domingo, 16 de dezembro de 2012

GUERREIRO FAZ A FESTA APÓS GOL CONTRA O CHELSEA

16/12/2012 - 10h32 Herói do Mundial, Paolo Guerrero diz que sonhou ter marcado o gol do título Do UOL, em São Paulo
IMAGEM: UFE/EPA/KIYOSHI OTA Herói indiscutível do Mundial de Clubes, Paolo Guerrero jogou no sacrifício, sofreu com o cansaço e marcou dois gols no torneio, um deles o do 1 a 0 contra o Chelsea, na decisão deste domingo em Yokohama, no Japão. Nenhuma novidade para ele. Após a partida, ele contou que havia sonhado com o feito. "Eu sonhei com o gol, você tem de sonhar com isso. Sonhei com o título. Eu sonhei em marcar. Isso eu não podia falar antes. Sonhava com o dia de fazer o gol em um ultimo jogo. Hoje se viu", disse Guerrero ao Sportv. A trajetória do peruano no clube é impressionante. Ex-jogador do Bayern de Munique, ele chegou ao Corinthians em julho como aposta para o Mundial, mas quase desconhecido da torcida. Começou no banco, sofreu com lesões e foi ganhando seu espaço aos poucos, sempre com muito apoio de Tite, seu avalista internamente Quando parecia adaptado e inserido ao esquema, veio o susto da lesão no joelho direito no jogo contra o São Paulo, na última rodada do Campeonato Brasileiro, a um dia da viagem para o Japão. Guerrero ignorou o prazo de recuperação, recebeu infiltrações e foi para o sacrifício. No primeiro jogo, teve estrela ao fazer, de cabeça, o gol que decidiu o 1 a 0 sobre o Al Ahly, na semifinal. Na saída, naquela oportunidade, contou que não havia se adaptado ao fuso horário, dormiu mal e estava muito cansado. Nada que o impedisse de jogar mais uma vez. Neste domingo, foi dos jogadores mais lúcidos do Corinthians em todo o jogo. Atrapalhou muito a zaga do Chelsea, serviu e ponto de referência da equipe alvinegra e estava lá quando o clube mais precisou. Depois de uma bela jogada que passou pelos pés de Paulinho e Danilo, a bola sobrou limpa no ar para que ele cabeceasse e superasse os três jogadores do time inglês que tentavam bloquear o lance. Com a taça garantida, foi a hora de agradecer à torcida pela festa impressionante no Japão. "Um estádio cheio de corintianos. É [um título] para o Brasil, para todo mundo. É um bando de loucos. Está todo mundo louco agora, vamos comemorar”, disse Guerrero à reportagem da Rede Globo após o 1 a 0 contra o Chelsea. CRÉDITOS UOL ESPORTE FUTEBOL

POSTER DO CORINTHIANS CAMPEÃO DO MUNDO 2012

SEM PALAVRAS. SÓ FESTA DESTA NAÇÃO DE LOUCOS.

CÁSSIO O MELHOR JOGADOR DO JOGO

Cássio é eleito o melhor jogador da final do Mundial e ganha um carro Toyota da Fifa Do UOL, em São Paulo
IMAGEM KIM KYUNG-HOOM/REUTERS O goleiro Cássio foi eleito o melhor jogador da final do Mundial de Clubes da Fifa, na vitória por 1 a 0 do Corinthians sobre o Chelsea, que rendeu o segundo título da competição à equipe brasileira. Ele levou a Bola de Ouro da competição. O zagueiro brasileiro David Luiz, do Chelsea, ficou com a Bola de Prata, enquanto o peruano Guerrero, autor do gol da vitória, ficou com a Bola de Bronze. O goleiro fez pelo menos quatro boas intervenções que impediram o time inglês de abrir o marcador. Na primeira delas, aos 10min do primeiro tempo, após cobrança de escanteio, a bola sobrou para Cahill emendar de primeira. O goleiro salvou no reflexo. As outras duas defesas foram nos dez minutos finais. Aos 37min, o goleiro estava bem colocado para defender chute de Fernando Torres. Mas o maior milagre foi dois minutos depois. Moses avançou pela esquerda e colocou no canto do goleiro. Mas Cássio se esticou para defender. O primeiro tempo terminou 0 a 0 em um jogo muito equilibrado. Depois do gol de Guerrero na segunda etapa, Cássio ainda defendeu bom chute de Fernando Torres, na segunda etapa.

CORINTHIANS BI CAMPEÃO DO MUNDO


Corinthians guerreiro é campeão do mundo URL FIXA: Versão para impressão Léo Rodrigues - Portal EBC16.12.2012 - 10h17 | Atualizado em 16.12.2012 - 11h04
Torcida do Corinthians lotou estádio no Japão. (Assessoria da CBF) Nenhuma palavra é melhor para classifcar o time do Corinthians do que o nome do autor do gol. Aos 23 do 2º tempo, o atacante peruano Guerrero aproveitou rebote em chute de Danilo e cabeceou para as redes, provocando a única alteração no placar do jogo. Ao vencer o Chelsea por 1x0, o time brasileiro se tornou campeão do Mundial de Clubes. A tensão do jogo ficou evidente logo aos 10 minutos, quando Cahill quase marcou para o Chelsea, num chute defendido em grande estilo pelo goleiro Cássio, em cima da linha. O time inglês tentava tomar a iniciativa, mas aos poucos o Corinthians foi encaixando sua marcação e realizou boas jogadas no contra-ataque. Guerrero liderava o ataque corinthiano, e por duas vezes encontrou Emerson Sheik, que não finalizou bem. Segundo tempo No segundo tempo, o Corinthians voltou melhor, dominando o meio-campo e chegou ao gol aos 23 minutos. O Chelsea não teve outra opção a não ser sair para o jogo e colocou Oscar em campo. A pressão aconteceu até os minutos finais e teve seu auge no gol em impedimento assinalado por Fernando Torres aos 46 minutos. O mesmo jogador já havia perdido uma chance incrível aos 40, que parou nas mãos de Cássio, eleito melhor jogador da partida. Nervoso, o Chelsea ainda encontrou tempo para perder um jogador. Cahil foi expulso por entrada forte em Emerson Sheik. Alívio Antes do apito final, o time inglês ainda realizou um último lance e acertou a trave. O autor do gol, nitidamente aliviado, exaltou o papel da torcida, que adquiriu a maior parte dos 68 mil ingressos vendidos. "Esse título é para eles. Eles vieram e encheram o estádio e todos eles merecem. É um bando de loucos, e todo mundo está mundo louco agora. Vamos comemorar", disse Guerrero. Com o título, o Corinthians se torna bicampeão mundial, já que venceu a edição do torneio de 2000. A equipe jogou com Cássio; Alessandro, Chicão, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo; Jorge Henrique, Emerson (Wallace) e Guerrero (Martínez). Já o Chelsea teve Cech, Ivanovic (Azpilicueta), Cahill, David Luiz e Cole; Ramires, Lampard, Moses (Oscar) e Mata; Hazard (Marko Marin) e Torres. Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

sábado, 8 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer e a ONU: um legado para o mundo


ONU disponibiliza imagens raras de Oscar Niemeyer

Vídeo mostra imagens do arquiteto na década de 1940 e uma entrevista recente, em que ele lembra das primeiras conversas sobre o projeto da construção da sede na ONU em Nova York, da qual ele participou

A Organização das Nações Unidas disponibilizou um vídeo com imagens raras do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, morto aos 104 anos na última quarta-feira (5) no Rio.

Niemeyer fez parte do conselho de consultores de Wallace K. Harrison, diretor de planejamento no desenvolvimento de projetos arquitetônicos para a construção da sede permanente Organização das Nações Unidas em East River, na ilha de Manhattan.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, homenageou Oscar Niemeyer na quinta (6). "Estou triste pela morte de Oscar Niemeyer, uma figura incrível e um dos arquitetos originais do edifício da sede das Nações Unidas em Nova York", afirmou em comunicado.

Ban Ki-moon assegurou que a carreira de Niemeyer foi "excepcionalmente longa" e disse que, além de seu "talento e energia", o que o transformou em um grande arquiteto é ter sabido impregnar suas obras "de um profundo sentido de humanismo e compromisso global".

"Lembro que me senti maravilhado quando visitei algumas de suas obras-primas modernistas em Brasília, inscrita no Patrimônio Mundial da Unesco", destacou o secretário-geral.

Ban Ki-moon, que enviou suas "sinceras condolências" à família de Niemeyer e ao Governo e ao povo brasileiro, acrescentou que o desenho do quartel-general da ONU em Nova York é "um de seus legados" à humanidade.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer assinou mais de 500 projetos


Créditos Diário do Grande ABC
Oscar Niemeyer se formou em arquitetura e engenharia em 1934, pela Escola Nacional de Belas Artes, e seu primeiro projeto individual foi o edifício Obra do Berço, no Rio, em 1937, no qual já mostrou características que marcariam seus trabalhos ao longo dos anos, como plantas e fachadas livres, influências da arquitetura moderna e do francês Le Corbusier. Em 1939, projetou o Pavilhão Brasileiro na Feira Mundial de Nova York, ao lado de Lúcio Costa. Em 1946, foi um dos convidados a construir a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) na cidade norte-americana de Nova York. Sua obra-prima foi o plano piloto da capital federal, Brasília, inaugurada em 1960 pelo então presidente Juscelino Kubitschek. Trabalhando com Lúcio Costa à convite do presidente, projetou os edifícios do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, Congresso Nacional, Catedral e Esplanada dos Ministérios, que deram fama internacional a Brasília, construída sob uma estética modernista que explora ângulos curvos no lugar de linhas retas, o uso de concreto armado, o célebre formato da cidade, inspirado em um avião, avenidas largas, blocos de edifícios afastados e amplos espaços vazios, rampas e vastas áreas verdes. Conhecido pela defesa da causa comunista, foi perseguido durante a ditadura militar e decidiu se exilar em Paris. Ele visitou a antiga União Soviética e foi amigo pessoal de Luís Carlos Prestes e do líder cubano Fidel Castro. Na capital francesa, abriu um escritório e fez projetos no país, na Argélia e em Portugal. De volta ao Brasil, nos anos 1980, projetou no Rio o sambódromo e participou de projetos educacionais e culturais de Darcy Ribeiro. Em 1996, inaugurou o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, e, em 2002, o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, conhecido como o Museu do Olho, com prédios que lembram naves espaciais. Em São Paulo, suas obras mais famosas são o Parque do Ibirapuera e o complexo de pavilhões do local, o Edifício Copan e o Memorial da América Latina. Ao longo de sua vida, assinou cerca de 500 obras nas principais cidades brasileiras e em países como Líbano, Alemanha, Inglaterra, Espanha, Israel e Itália. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Prêmio Pritzker de Arquitetura, Prêmio Unesco, na categoria Cultura, Royal Gold Medal do Royal Institute of British Architects, Prêmio Leão de Ouro da Bienal de Veneza e Medalha de Ouro da Academia de Arquitetura de Paris.
Ele tinha medo de avião e, sempre que possível, evitava voar. Dentro do País, preferia viajar de carro e, nas viagens intercontinentais, gostava de ir de navio. Embora a maioria de suas obras tenham sido grandiosas e de alto custo financeiro, muitos projetos foram doados pelo arquiteto por questões éticas e de amizade. Carioca, filho de Oscar de Niemeyer Soares e Delfina Ribeiro de Almeida, Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho nasceu no dia 15 de dezembro de 1907, no bairro das Laranjeiras. Casou-se com Annita Baldo quando tinha 21 anos e ficou viúvo em 2004. Dois anos mais tarde, casou com sua secretária, Vera Lúcia Cabreira. Com a primeira mulher, teve uma filha, Anna Maria Niemeyer. Deixou netos, bisnetos, trinetos e muitos amigos.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

tantaguga: MORRE O ARQUITETO OSCAR NIEMEYER

tantaguga: MORRE O ARQUITETO OSCAR NIEMEYER: créditos:Correio da manhã
Morreu Oscar Niemeyer O arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer, 104 anos, morreu ao final da noite desta quarta-feira (hora de Lisboa) no H...

MORRE O ARQUITETO OSCAR NIEMEYER


Morreu Oscar Niemeyer O arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer, 104 anos, morreu ao final da noite desta quarta-feira (hora de Lisboa) no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro.
Recorde-se que o boletim, assinado pelo médico Fernando Gjorup, registava-se na tarde desta quarta-feira uma deterioração do estado clínico do arquitecto, que já respirava apenas com a ajuda de aparelhos devido a uma infecção respiratória. Niemeyer, completaria 105 anos no próximo dia 15, tendo estado internado desde o dia 2 de Novembro.

domingo, 4 de novembro de 2012

CRUZADA


Cruzada na verdade é o nome de uma cidade que fica no plano espiritual bem acima da linha do equador para que o calor incida frequente mente e seus habitantes recebam luz e assim se tornem menos nocivos. Esta cidade/prisão em forma de suástica foi construída em pouco ante de Jesus vir à Terra com intuído de abrigar os piores dos piores a fim de que estes não contaminassem a boa nova que seria disseminada. Para lá foram conduzidos aproximadamente 2 milhões de espíritos "maus", e lá permaneceram durante pelo menos mil anos. Para governar "a Cruzada" foram designados os quatro cavaleiros do apocalipse: Fome, Peste, Morte e Guerra, cada um em uma das pontas da cruz estabeleceu o seu domínio. Após os mil anos os moradores de lá começaram a descobrir "maneiras de escapar" mas quando isto acontecia eles eram imediatamente reencarnados e colocados no véu do esquecimento a fim de terem uma nova oportunidade e de minimizar o ódio gigantesco que estavam sentindo por terem sido preso por tanto tempo. Mesmo com a benção do esquecimento eles ainda foram responsáveis, quando encarnados, pelas cruzadas, inquisição, 1GG e 2GG e mais uma infinidade de eventos da mesma categoria maléfica. Postado por Maria Raquel às 11:48